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No dia 17 de junho, o auditório do Centro Universitário Luterano de Santarém ficou lotado de advogados, magistrados, membros do Ministério Público, sindicalistas, estudantes e professores, para participar da audiência pública realizada pela Justiça do Trabalho da 8ª Região para debater a Reforma Trabalhista.
A audiência foi solicitada pela Subseção da OAB em Santarém à Presidência do Tribunal, que, a exemplo da audiência realizada em Belém, delegou à EJUD8 a organização do evento. Assim como em Belém, a EJUD também contou com o apoio da Associação de Magistrados da 8ª Região - Amatra8.
De acordo com o diretor da Escola Judicial, Des. Gabriel Napoleão Velloso Filho, alguns fatores foram fundamentais para o êxito da audiência, como o apoio da subseção da OAB, a disponibilidade de servidores e magistrados do Fórum de Santarém, assim como da Associação de Magistrados da 8ª Região.
A mesa de abertura foi composta pelo Diretor da Escola Judicial – Des. Gabriel Napoleão Velloso Filho, pelo Des. Luís José de Jesus Ribeiro, pelo Procurador-Chefe do MPT no Pará e Amapá - Hideraldo Luiz de Sousa Machado, pelo presidente da Amatra8 – Pedro Tourinho Tupinambá, pelo presidente da Subseção da OAB em Santarém – Ubirajara Bentes e pelo Reitor da Ceuls/Ulbra – Hildo Schlender.
Os debates iniciaram às 19h30 e encerraram às 22h10. Além dos integrantes da mesa, inscreveram-se para fala advogados, professores universitários, acadêmicos e diversos representantes sindicais.
“Eu achei muito bom, porque geralmente a gente vê isso só nas capitais e aqui em Santarém foi fundamental para que a gente pudesse ficar informado. A audiência pública foi muito importante, acredito que para todos”, afirmou Lucinda Santos Ribeiro – representante do Sindicato dos Comerciários.
Para o reitor da Centro Universitário, Hildo Schlender, o evento foi um ganho para a sociedade. “Toda a comunidade de ensino-aprendizagem deve ter a oportunidade de conhecer, aprender e debater sobre assuntos pertinentes, que vão afetar todos diretamente. Então, o debate do assunto da reforma trabalhista foi muito importante para não só a comunidade acadêmica mas para professores, egressos, advogados, todos os membros do judiciário do MP, MPT. A instituição agradece imensamente essa oportunidade de poder contribuir nesse grande projeto”, concluiu.